ARTISTA JOALHEIRO

JUNIOR RODRIGUES

Mais de dez anos dentro da indústria joalheira ensinaram a Junior tudo sobre precisão, molde e repetição. E foi exatamente esse aprendizado que o levou a querer outra coisa.

A formação artística na Escola Guignard, em Belo Horizonte, deslocou seu olhar: a joia deixou de ser produto e passou a ser escultura, matéria, superfície, tempo.

O abandono da produção em série foi gradual e definitivo. Restaram a bancada, o maçarico, a cera e as pedras brutas.

Da recusa da repetição nasceu a BUGRE, onde arte e joalheria deixam de ser territórios separados e cada peça é apresentada como aquilo que é: uma obra.

Não desenho joias. Descubro formas.
Junior Rodrigues, artista joalheiro da BUGRE, diante de esculturas em um museu